domingo, agosto 20, 2017

Estará António Costa conluiado com uma máfia terrorista luso-espanhola ligada à Indústria dos Fogos?


O Primeiro-Ministro de Portugal, António Costa, ao fugir às questões sobre os sofisticados meios de ignição de incêndios em Portugal, parece conluiado com uma máfia terrorista luso-espanhola ligada à Indústria dos Fogos, e que é responsável pela morte de, pelo menos, 64 pessoas no incêndio de Pedrógão Grande.

SIC Notícias - Negócios da Semana: Porque razão arde Portugal? - 17.08.2017

José Gomes Ferreira: "questionado sobre a origem dos fogos, António Costa admitiu que pode ter havido mão criminosa e a prova disso é que a polícia judiciária, tem prendido mais incendiários do que no ano passado, mas na mesma resposta, poucos segundos depois, o Primeiro-Ministro português já voltava a remeter [a origem dos fogos] para a falta de limpeza das matas e ordenamento da floresta…".


http://sicnoticias.sapo.pt/programas/negociosdasemana/2017-08-17-Negocios-da-Semana-Porque-razao-arde-Portugal-

sábado, agosto 12, 2017

SIC Notícias - Maria José Morgado, Procuradora-geral Adjunta – choveram fundos europeus sobre Portugal e estes dinheiros foram apropriados individualmente [por políticos e outros] para enriquecimento individual. Não serviram para combater a miséria da população ou promover o desenvolvimento económico. E por causa de uma questão legislativa formal, pelo menos 90% desses processos [dos que enriqueceram com esses dinheiros] foram arquivados por prescrição.

A ética não existe. Isso é para os tribunais. É tudo uma questão de provas. Substituiu-se a ética pelas regras de produção de prova. Portanto, não se pode discutir a imoralidade de um político. Não se pode discutir a imoralidade de alguém que entrou na política com uma mão atrás e outra à frente, e passados dez anos tem um império em propriedades e em empresas sem se saber como, e ninguém pode discutir isso, e ninguém tem de prestar contas. E os dinheiros destes fundos europeus, é toda a população que os está a pagar.



https://youtu.be/dAxE9S6Nh2w

segunda-feira, julho 17, 2017

Estaline escondeu o facto de que Lenine era judeu

Jornal israelita «The Jerusalem Post»

JPOST.COM STAFF / 24 de Maio de 2011

As raízes judaicas de Lenine em exposição num museu russo

Exposição revela cartas escritas pela irmã de Lenine afirmando que que o seu avô materno era Judeu Ucraniano; Estaline disse à irmã de Lenine para não tornar as cartas públicas.

Estátua de Lenine, aliás, do judeu Vladimir Ilych Ulyanov


Documents apparently confirming rumors that Vladimir Lenin had Jewish ancestors can now be seen at Russia’s State History Museum, AP reported on Monday.

Among the newly released documents on display at the museum is a letter written by Lenin’s sister, Anna Ulyanova, claiming that their maternal grandfather was a Jew from the Ukraine who converted to Christianity to escape persecution in the Pale of Settlement and have access to higher education, the report said.

"He came from a poor Jewish family and was, according to his baptismal certificate, the son of Moses Blank, a native of [the western Ukrainian city of] Zhitomir," Ulyanova wrote in 1932 in a letter cited by AP.



Documentos aparentemente confirmando rumores de que Vladimir Lenine tinha antepassados judeus agora podem ser vistos no Museu de História do Estado da Rússia, informou a AP na segunda-feira.

Entre os documentos recém-divulgados em exibição no museu está uma carta escrita pela irmã de Lenine, Anna Ulyanova, afirmando que o seu avô materno era um judeu da Ucrânia que se converteu ao cristianismo para escapar à perseguição no Pale of Settlement (território russo onde os judeus viviam) e ter acesso ao ensino superior, disse o relatório.

"Ele [o avô materno] veio de uma família judaica pobre e foi, de acordo com seu certificado de baptismo, o filho de Moisés Blank, nativo da [cidade ucraniana ocidental] de Zhitomir", escreveu Ulyanova em 1932 numa carta citada pela AP [Associated Press].



In the letter written to Josef Stalin, who replaced Lenin after his death in 1924, Ulyanova wrote, “Vladimir Ilych had always thought of Jews highly. I am very sorry that the fact of our origin – which I had suspected before – was not known during his lifetime.”

Lenin, who was born Vladimir Ilych Ulyanov in 1870, identified himself only as Russian under the czarist rule in the country, during which anti-Semitism was rampant.

He adopted the name Lenin in 1901 while in exile in Siberia.

According to the AP report, Lenin oversaw a brief period of promotion of Jewish culture which ended in the early 1930s when Stalin encouraged anti-Semitic purges and created a plan to relocate all Soviet Jews.



Na carta escrita a José Estaline, que substituiu Lenine após sua morte em 1924, Ulyanova escreveu: "Vladimir Ilych [Lenine] sempre teve em grande consideração os judeus. Lamento muito que o facto da nossa origem [judaica] - que eu já suspeitava antes - não tivesse sido conhecida durante a sua vida".

Lenine, que nasceu com o nome Vladimir Ilych Ulyanov em 1870, identificou-se apenas como russo sob o regime czarista no país, durante o qual o antisemitismo estava em ascensão.

Ele adoptou o nome Lenine em 1901 enquanto estava no exílio na Sibéria.

De acordo com o relatório da AP, Lenine supervisionou um breve período de promoção da cultura judaica que terminou no início da década de 1930, quando Estaline encorajou purgas antisemitas e criou um plano para recolocar todos os judeus soviéticos.



Ulyanova requested that Stalin make Lenin’s Jewish background known to combat the rise of anti-Semitism, AP reported. She wrote in her letter, “I hear that in recent years anti-Semitism has been growing stronger again, even among Communists.

It would be wrong to hide the fact from the masses.”

Stalin ignored Ulyanova’s request and told her to “keep absolute silence” about the letter, according to the exhibition’s curator, Tatyana Koloskova.

The documents counter information presented in Lenin’s official biography, written by his niece Olga Ulyanova, in which she claims that his family had only Russia, German and Swedish roots.

Anna Ulyanova’s letter was discovered by Russian historians in the early 1990s, but its authenticity was questioned.



Ulyanova pediu a Estaline que tornasse conhecido o passado judaico de Lenine para combater a ascensão do antisemitismo, informou a AP. Ela escreveu na sua carta: "Ouvi dizer que, nos últimos anos, o antisemitismo tornou-se cada vez mais forte, mesmo entre os comunistas.

Seria errado ocultar o fato das massas".

Estaline ignorou o pedido de Ulyanova e disse-lhe para "manter silêncio absoluto" sobre a carta, de acordo com a curadora da exposição, Tatyana Koloskova.

Os documentos contêm informações apresentadas na biografia oficial de Lenine, escrita por sua sobrinha Olga Ulyanova, na qual ela afirma que sua família tinha apenas raízes Russas, Alemãs e Suecas.

A carta de Anna Ulyanova foi descoberta por historiadores russos no início dos anos 90, mas sua autenticidade foi questionada.


À esquerda: Josef Stalin, aliás, Iosif Vissarionovich Dzugashvili;
Ao centro: Vladimir Lenin, aliás, o judeu Vladimir Ilyich Ulyanov;
À direita: Leon Trotsky, aliás, o judeu Lev Davidovich Bronstein.


Emigrados russos na Alemanha, refugiados da Revolução Bolchevique de 1917, consideravam José Estaline judeu. O número desproporcional de judeus envolvidos no bolchevismo e no marxismo em geral era tão amplamente reconhecido nos círculos políticos, diplomáticos e de inteligência, que parecia uma estranha anomalia que um gentio [Estaline] tenha conseguido subir até ao topo do regime bolchevique e purgar a influência judaica. Por isso, Estaline tem sido considerado, especialmente entre aqueles críticos da influência judaica na política, economia e cultura, como um judeu secreto ou como um lacaio Gentio, para uma "troika judaica" continuar a governar secretamente a URSS após a expulsão de bolcheviques reconhecidamente judeus, como Trotski, Kamenev e Zinoviev.


À esquerda, Lev Borisovich Kamenev, aliás, o judeu Lev Borisovich Rosenfeld
À direita, Grigory Yevseevich Zinoviev, aliás, o judeu Hirsch Apfelbaum.

segunda-feira, julho 10, 2017

Mário Soares (27-03-2004): “será que os grandes responsáveis querem tomar conhecimento dos contactos que a Al-Qaeda parece ter com o mundo obscuro das finanças - dos «offshores» e dos «paraísos fiscais»?”

Excerto de um artigo de Mário Soares - Jornal Expresso 27-03-2004

Variações sobre o terrorismo

«É preciso conhecer melhor a Al-Qaeda para a combatermos com eficácia. Não às cegas. Há milhares de livros, publicados em todas as línguas, sobre o terrorismo global - que está intimamente relacionado com a «globalização depredadora» que temos e com a «economia de casino» que nos rege. Estudemo-los.»

«(...) Exploremos os contactos que a Al-Qaeda parece ter com o mundo obscuro das finanças - dos «offshores» e dos «paraísos fiscais» - com o «dinheiro sujo», com a criminalidade organizada, com o tráfico ilegal de armas, incluindo atómicas, com o mercado da droga. Há franjas desse submundo que, seguramente, serviços secretos, mesmo os minimamente secretos, mesmo os minimamente organizados, podem penetrar e conhecer. Já o devem ter feito. Mas será que os grandes responsáveis querem tomar conhecimento dessa negra realidade e das pistas que indica?»

sexta-feira, julho 07, 2017

De repente, o sistema de poder da primeira potência do mundo [EUA] fez de um fanático islamita [Osama bin Laden ] o cérebro e o responsável por um atentado de extraordinária complexidade, sobre cuja montagem e densa rede de cumplicidades no interior dos EUA quase tudo permanece envolvido em mistério.

Miguel Urbano Rodrigues - historiador e jornalista (especialista na Ásia Central)

Correio da Cidadania:

"Foram os EUA quem desde 1980 financiaram as escolas de terrorismo instaladas nos territórios tribais da fronteira Noroeste. Ali se formaram sucessivas gerações de terroristas primeiro a serviço das chamadas Sete Organizações Sunitas de Peshawar e depois dos Talibã. Os homens saídos da academia do terror ideada e montada sob a supervisão da CIA ficaram internacionalmente conhecidos como «os afegãos», embora alguns fossem árabes, paquistaneses e iranianos."

"Um dos incontáveis absurdos da campanha marcada pelo discurso da irracionalidade é a obsessão do sistema de poder dos EUA em identificar o «grande responsável». Quase imediatamente, o terrorista saudita Osama bin Laden passou a ser apontado como «o inimigo número um» dos EUA. Tal atitude seria ridícula se não fosse acompanhada de iniciativas políticas definidoras da estratégia da resposta político-militar dos EUA. De repente, o sistema de poder da primeira potência do mundo fez de um fanático islamita o cérebro e o responsável por um atentado de extraordinária complexidade, sobre cuja montagem e densa rede de cumplicidades no interior dos EUA quase tudo permanece envolvido em mistério."

quarta-feira, julho 05, 2017

Operação Northwoods (1962) - concretização de operações terroristas pelo Pentágono que implicavam a morte de numerosos cidadãos americanos, civis e militares, para efeitos de manipulação da opinião pública.

Os membros do Chefes do Estado-Maior Interarmas envolvidos na Operação Northwood - da esquerda para a direita: Almirante George W. Anderson Jr, General George H. Decker, General Lyman L. Lemnitzer, General Curtis E. LeMay, General David M. Shoup.


A operação Northwoods, elaborada em 1962 pelos generais Lemnitzer, Walker e William Craig do Estado-Maior Interarmas, visava convencer a comunidade internacional de que Fidel Castro era irresponsável ao ponto de representar um perigo para a paz do Ocidente. Com esse objectivo, estava previsto orquestrarem-se, imputando-os depois a Cuba, graves danos nos Estados Unidos. Eis algumas das provocações projectadas:

- Atacar a base americana de Guantánamo. A operação seria conduzida por mercenários cubanos com uniformes das forças castristas, teria incluído diversas sabotagens e a explosão do paiol de munições, a qual, necessariamente, provocaria perdas humanas e materiais consideráveis.

- Fazer explodir um navio americano em águas territoriais cubanas de maneira a acordar nas memórias a destruição do Maine, em 1898 (266 mortos), que provocou a intervenção americana contra a Espanha. O barco estaria na realidade vazio e seria telecomandado. A explosão deveria ser visível em Havana ou em Santiago para que houvesse testemunhas. As operações de socorro seriam conduzidas de forma a dar credibilidade às perdas. A lista das vítimas seria publicada na imprensa e ter-se-iam organizado falsas exéquias para suscitar a indignação. A operação seria desencadeada quando navios e aviões cubanos se encontrassem na zona, para lhes poder imputar o ataque.

- Aterrorizar os exilados cubanos organizando alguns atentados contra eles em Miami, na Florida, e mesmo em Washington. Falsos agentes cubanos seriam detidos para “obter” algumas confissões. Falsos documentos comprometedores, elaborados antecipadamente, seriam capturados e distribuídos à imprensa.

- Mobilizar os Estados vizinhos de Cuba, fazendo-os acreditar numa ameaça de invasão. Um falso avião cubano bombardearia durante a noite a República Dominicana, ou outro Estado da região. As bombas utilizadas seriam, evidentemente, de fabrico soviético.

- Mobilizar a opinião pública internacional destruindo um voo espacial tripulado. Para atingir todos os espíritos, a vítima seria John Glenn, o primeiro americano a ter percorrido uma órbita completa em redor da Terra (voo Mercury).

O astronauta John Glenn

Uma das provocações fora estudada em maior detalhe: criar um incidente que demonstrasse de forma convincente que um avião cubano atacou e abateu um voo comercial civil que se dirigia para os Estados Unidos, a Jamaica, a Guatemala, o Panamá ou a Venezuela.

Um grupo de passageiros cúmplices, por exemplo estudantes, tomaria um voo charter de uma companhia mantida sub-repticiamente pela CIA. Ao largo da Florida, o avião cruzar-se-ia com uma réplica, na verdade um avião em tudo idêntico mas vazio e transformado em drone (telecomandado). Os passageiros cúmplices regressariam a uma base da CIA, enquano o drone prosseguiria aparentemente o seu trajecto. O aparelho emitiria mensagens de socorro indicando que estava a ser atacado por aviões de caça cubanos e explodiria em pleno voo.

A concretização destas operações implicava necessariamente a morte de numerosos cidadãos americanos, civis e militares. Mas são precisamente os custos humanos que fazem delas acções eficazes de manipulação.

Para John F. Kennedy, Lemnitzer é um anticomunista histérico apoiado por multinacionais sem escrúpulos. O novo presidente compreende o sentido do aviso lançado pelo seu antecessor, o presidente Eisenhower, um ano antes, no discurso de final de mandato:

"Nos conselhos do governo, devemos precaver-nos contra a aquisição de uma influência ilegítima, quer ela seja ou não procurada pelo complexo militar-industrial. O risco de desenvolvimentos desastrosos por parte de um poder usurpado existe e continuará a existir. Nunca deveremos permitir que o peso desta conjuntura ameace as nossas liberdades ou os processos democráticos. Não devemos dar nada por adquirido. Somente a vigilância e a consciência cívica poderão garantir o equilíbrio entre a influência da gigantesca maquinaria industrial e militar de defesa e os nossos métodos e objectivos pacíficos, de forma a que a segurança e a liberdade possam crescer lado a lado."

John F. Kennedy resiste em definitivo aos planos dos generais Walker, Lemnitzer e outros, e recusa empenhar mais a América numa guerra ultramarina contra o comunismo, seja em Cuba, no Laos, no Vietname ou noutro local. É assassinado a 22 de Novembro de 1963.

Da esquerda para a direita: David M. Shoup, Thomas D. White, Lyman L. Lemnitzer (Chairman), John F. Kennedy, Arleigh A. Burke et George H. Decker.

Este precedente histórico recorda-nos que uma conjura interna nos Estados Unidos, prevendo o sacrifício de cidadãos americanos no âmbito de uma campanha terrorista, não é, infelizmente, impossível. Em 1962, John Kennedy resistiu ao delírio do seu Estado-Maior. Provavelmente terá pago isso com a vida.

segunda-feira, julho 03, 2017

Lembram-se do super-terrorista Al-Zarqawi que, para combater os invasores americanos do Iraque, organizava diariamente ataques bombistas que só matava iraquianos?

Al-Zarqawi, que chegava a executar dois a três atentados bombistas por dia no Iraque, assassinava semanalmente centenas de iraquianos. Curiosamente, como foi reportado na Revista Visão, os iraquianos estavam convencidos que Al-Zarqawi era uma fabricação americana:

Na revista Visão de 30-12-2004 [há treze anos] um artigo refere que: "Em comparação com a eficiência demonstrada para depor Saddam, o falhanço em cumprir as promessas de segurança e desenvolvimento económico é mal interpretado. A população iraquiana desenvolveu uma visão paranóica da presença americana. «Uma teoria particularmente prevalecente vê a própria oposição armada como uma criação dos EUA para justificar uma presença militar indefinida», diz o relatório ICG. O próprio Al-Zarqawi, líder local da Al-Qaeda, é tido por muitos iraquianos – incluindo pelos mais cultos e viajados – «como uma fabricação estrangeira». Al-Zarqawi é tido como um político made in Washington."


quinta-feira, junho 29, 2017

A Secretária de Estado norte-americana de origem judaica, Madeleine Albright, em 1996, no programa «60 Minutos» da CBS, afirmou que tinha valido a pena a morte de 500 mil crianças iraquianas, em resultado das sanções impostas pelos Estados Unidos ao Iraque…

Madeleine Korbel Albright, nascida como Marie Jana Korbel (Praga, 15 de maio de 1937), foi uma política americana nomeada como 64ª Secretária de Estado dos Estados Unidos, tendo sido a primeira mulher no cargo. Foi nomeada pelo presidente Bill Clinton em 5 de dezembro de 1996 e confirmada por unanimidade pelo Senado dos Estados Unidos.


Leslie Stahl, no programa 60 Minutos da CBS (5/12/1996), a entrevistar a Secretária de Estado Madeleine Albright sobre as sanções impostas pelos Estado Unidos ao Iraque:


Leslie Stahl: "Soubemos que meio milhão de crianças morreram, quero dizer, são mais crianças do que as que morreram em Hiroxima. E, bom, acha que este preço valeu a pena?"

Madeleine Albright: "Penso que é uma escolha difícil de fazer, mas o preço – achamos que o preço valeu a pena."






Madeleine Albright considera que a morte de meio milhão de crianças iraquianas mortas para impor sanções económicas ao Iraque valeu a pena. Qual teria sido o destino desta doce mulher, acaso usasse uma suástica no braço e tivesse sido julgada pelo Tribunal Militar Internacional em Nuremberga, nos idos de Novembro de 1945?

segunda-feira, junho 26, 2017

(SIRESP) O nosso bem-amado e impoluto primeiro-ministro - António Costa, e o seu ex-chefe, ex-presidiário e bom rapaz - José Sócrates...

Os sorrisos francos e abertos de António Costa e do seu amigo e antigo chefe José Sócrates.

Texto de Alexandre Sarmento:

Oliveira e Costa, sob juramento, no Parlamento: "Ora bem, o que se gastou para fazer o SIRESP (Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal) julgo que andará à volta de 80 e tal milhões de euros."

Eis a parte da explicação, a assunção de um roubo à coisa pública, mas como bem sabemos, neste país, mesmo que o crime seja mais que evidente, as grandes corporações, as associações criminosas e a cambada do sistema, vulgo políticos e gestores públicos, ficam, aliás como de há muito até hoje, sempre ilibados das suas responsabilidades, situação altamente lesiva, mas que se encontra bem explícita na "Constituição da Republica Portuguesa".

Sendo assim, com a própria constituição criminosa ao proteger os criminosos, uma CRP feita à medida para proteger os interesses mafioso, vivemos num estado mafioso, uma Cleptocracia Parlamentar Constitucional. Este é o verdadeiro nome do actual regime - pergunto eu porquê e até quando.

quarta-feira, junho 21, 2017

Nunca existiu nenhuma câmara de gás para matar seres humanos no campo de concentração de Dachau

Até meados da década de 1950, ainda não era feita nenhuma distinção entre os vários campos de concentração quando à "Solução Final" – a destruição física dos judeus europeus alegadamente ordenada pela liderança do Terceiro Reich. Supostamente todos os campos tinham tido o mesmo papel nesta enorme "conspiração da morte". Todos os campos de concentração, dizia-se, tinham uma ou mais "câmara de gás" na qual os judeus eram gaseados com cianeto volátil (na forma de "Zyclon B", um fumigante registado) ou com monóxido de carbono.



«In 1942, the crematorium area was constructed next to the main camp. It included the old crematorium and the new crematorium (Barrack X) with a gas chamber. There is no credible evidence that the gas chamber in Barrack X was used to murder human beings.»

«Em 1942, a área do crematório foi construída próxima do campo principal. Incluía o crematório velho e o crematório novo (Barrack X) com uma câmara de gás. Não existem provas credíveis de que a câmara de gás tenha sido usada para matar seres humanos.»

Até Maio de 2003, qualquer visitante da câmara de gás de Dachau podia ler num painel a seguinte frase em cinco línguas diferentes:

CÂMARA DE GÁS
disfarçada de "sala de chuveiros"
- nunca foi usada como câmara de gás


Câmara de Gás de Dachau

Já em 1960, o Institut für Zeitgeschichte [Instituto de História Contemporânea] em Munique sentiu-se na obrigação de emitir a seguinte declaração, talvez em resposta às descobertas do historiador francês Paul Rasinier:

Dr. Martin Broszat, Institute of Contemporary History in Munich, Letter in Die Zeit, 19 August 1960, p. 16:

"Weder in Dachau noch in Bergen-Belsen noch in Buchenwald sind Juden oder andere Häftlinge vergast worden. Die Gaskammer in Dachau wurde nie ganz fertiggestellt und 'in Betrieb' genommen."

English translation: "Neither in Dachau, nor in Bergen-Belsen, nor in Buchenwald, were Jews or other inmates gassed. The gas chamber in Dachau was never completed and put 'into operation.'."

«Nem em Dachau, nem em Bergen-Belsen, nem em Buchenwald foram gaseados judeus ou outros prisioneiros. A câmara de gás de Dachau nunca foi terminada e colocada em operação… O extermínio em massa por gaseamento dos judeus começou em 1941-42, e ocorreu em muito poucos lugares, seleccionados exclusivamente para esse objectivo e equipados com as instalações técnicas necessárias, sobretudo no território da Polónia ocupada (mas em nenhum lugar do Reich alemão propriamente dito).»

A afirmação do Instituto de História Contemporânea foi uma retirada geral. O que a tornou tão sensacional foi, não apenas o facto de haver uma multidão de ex-prisioneiros que tinham testemunhado ter havido "gaseamentos" nos campos de concentração do Reich, mas também o caso de vários comandantes destes campos terem assinado "confissões" afirmando a existência de alegadas "câmaras de gás". No Tribunal Militar Internacional de Nuremberga, o Promotor Chefe Britânico, Sir Hartley Shawcross, citou Dachau, Buchenwald, Mauthausen, e Oranienburgo como locais onde o assassínio era "tratado como uma indústria de produção em massa em câmaras de gás e fornos".


O Promotor Chefe Britânico, Sir Hartley Shawcross,
no Tribunal Militar Internacional de Nuremberga

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Não obstante todos os desmentidos oficiais sobre a existência de câmaras de gás em Dachau para assassinar seres humanos, hoje, quem visitar este campo de concentração, depara-se com a mesma mentira de sempre:


À esquerda – foto da «Câmara de Gás». Ao centro – porta da entrada da «Câmara de Gás» com a palavra «BRAUSEBAD» - "sala de chuveiros". À direita, uma placa que diz: Câmara de Gás - Este era o centro potencial do assassínio em massa. A sala estava disfarçada de "sala de chuveiros" e equipada com falsos bicos de chuveiros para enganar as vítimas e evitar que elas se recusassem a entrar na sala. Durante um período de 15 a 20 minutos, cerca de 150 pessoas de cada vez podiam ser sufocadas até à morte com o gás venenoso ácido prússico (Zyclon B).


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E eis as quatro verdadeiras câmaras de gás (câmaras de fumigação) do campo de concentração de Dachau, onde milhões de piolhos (portadores de tifo) entranhados nas roupas dos prisioneiros foram exterminados com Zyclon B.



Soldados americanos observam a roupa dos prisioneiros, já desparasitada com Zyclon B nas câmaras de fumigação, pendurada para arejar:

terça-feira, junho 06, 2017

A cara diabólica da Primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, um ser monstruoso ao serviço do Grande Dinheiro

A Primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May

Theresa May, a Primeira-Ministra do Reino Unido desde 2016, faz jus ao seu papel de uma dos testas-de-ferro ao serviço do Grande Dinheiro que controla o mundo.

Apercebendo-se do declínio em ritmo acelerado do poder de propaganda e de censura dos televisões e dos jornais, onde a "informação" difundida, de cima para baixo, é absolutamente controlada, o Grande Dinheiro tudo faz para controlar e eliminar a liberdade de circulação de informação e opinião nas Redes Sociais e nos Bloggers, onde todos falam com todos e expõem os crimes inomináveis que o Grande Dinheiro tem levado a cabo.

Com esse fim, o Grande Dinheiro simula «ataques terroristas» e outras manobras que tais por forma a controlar o «extremismo» na Internet. Leia-se: a livre troca de opiniões e informação entre os cidadãos.


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Eça de Queirós, em Cartas de Inglaterra (1877-1882), chamava a atenção para a importância do controlo da informação por parte do Grande Dinheiro na Alemanha.


Eça de Queirós: «...quase todos os grandes jornais, estão na posse do [Grande Dinheiro]. Assim, torna-se inatacável. De modo que não só expulsa o alemão das profissões liberais, o humilha com a sua opulência rutilante e o traz dependente pelo capital; mas, injúria suprema, pela voz dos seus jornais, ordena-lhe o que há-de fazer, o que há-de pensar, como se há-de governar e com que se há-de bater!»


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A confiança dos cidadãos americanos na sua imprensa caiu de 51% para 40%, de 2000 até 2015, segundo a Gallup - empresa de sondagem de opinião. E na faixa etária 18 – 49 anos [com mais acesso à Internet], essa confiança caiu para os 36%.


As receitas anuais da imprensa americana caíram dos 46,6 mil milhões de dólares em 2003, para os 16,4 mil milhões de dólares em 2014. Entretanto, na Internet, as redes sociais explodiram. Em 2003, havia no mundo 10 mil Bloggers. Em 2014 já havia 172 milhões de Bloggers.


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Novos acordos internacionais devem ser introduzidos para regulamentar a internet à luz do ataque terrorista da London Bridge, disse Theresa May.

A Primeira-ministra disse que a introdução de novas regras para o ciberespaço "privaria os extremistas de seus espaços seguros on-line" e que as empresas de tecnologia não estavam a fazer o suficiente.

"Não podemos permitir a esta ideologia que disponha do espaço seguro que precisa para se desenvolver, mas isso é precisamente o que estão a fazer a internet e as grandes empresas que fornecem serviços baseados na internet", disse May.

"Precisamos de trabalhar com os governos democráticos aliados para chegar a acordos internacionais para regular o ciberespaço para prevenir a propagação do planeamento extremista e terrorista".

A Primeira-ministra também disse que a Grã-Bretanha era muito tolerante com o extremismo e que os valores britânicos "pluralistas" deveriam ser estabelecidos como superiores.

O manifesto conservador compromete-se a regulamentar a internet, inclusive forçando os provedores de internet a participar de movimentos de contra-extremismo e dificultando o acesso à pornografia.

É considerado que no discurso da Sra. May foi a primeira vez que foi pedido publicamente a cooperação internacional para promover mais normas mais rígidas para o ciberespaço.

A intervenção vem após a introdução da Lei dos Poderes de Investigação de 2016 - denominada "Carta do Snooper" - que expande os poderes das agências de espionagem e do Governo na internet.

A Primeira-ministra afirmou que: "Embora tenhamos feito progressos significativos nos últimos anos, para ser franca, há uma tolerância demasiado grande para o extremismo no nosso país.

sexta-feira, junho 02, 2017

Je suis Mórmon! Mason Wells, de 19 anos, sobreviveu a três ataques terroristas - Paris, Boston e Bruxelas...


Ataques terroristas de Bruxelas: O missionário americano ferido, Mason Wells, "sobrevive ao terceiro ataque terrorista" depois [de ter sobrevivido aos ataques terroristas] de Paris e de Boston.

FOTO: Mason Wells (à esquerda) e Joseph Empey ficaram feridos nas explosões no Aeroporto de Bruxelas


Um adolescente americano que foi ferido nas explosões mortais de Bruxelas sobreviveu ao seu "terceiro ataque terrorista", diz o seu pai, tendo estado perto de Paris durante os ataques [que aconteceram nessa cidade] e apenas a um quarteirão das explosões bombistas de Boston.

Mason Wells foi um dos quatro missionários Mórmons feridos nas explosões no aeroporto internacional da capital belga que aconteceram pouco antes de uma explosão numa estação do metropolitano.

O jovem de 19 anos sofreu uma ruptura no tendão de Aquiles, lesões de estilhaços e queimaduras nos ataques que fizeram 34 mortos e mais de 200 feridos.

"
Este é o seu terceiro ataque terrorista", disse o pai Chad Wells à ABC News America, acrescentando que o seu filho ficou calmo durante a difícil experiência.

"Esta é a terceira vez que, infelizmente, na nossa sociedade, estamos ligados a uma explosão de bomba. Vivemos num mundo perigoso e nem todos são bondosos e afectuosos. Ele disse-nos que estava extremamente perto da explosão que o queimou. É uma bênção de Deus, ele estar vivo".




O Sr. Wells disse que ele e seu filho estavam a uma quarteirão da linha de chegada da Maratona de Boston, onde os ataques bombistas ocorreram em 2013, matando três pessoas e ferindo 264.

Estavam à espera da mãe de Mason Kymberly, que estava a correr no evento, mas que não ficou ferida.


O adolescente [Mason Kymberly], que estava a poucas horas de Paris durante os ataques coordenados em Novembro [em Paris] que mataram 130 pessoas, deverá recuperar completamente.

Os missionários Richard Norby, de 66 anos e Joseph Empey, de 20 anos, também foram hospitalizados após as explosões no aeroporto, que os atingiram enquanto acompanhavam um quarto missionário que viajava para Ohio numa missão.

Ela [a mãe de Mason Kymberly ] já passou pela segurança do aeroporto, disse a Igreja dos Santos dos Últimos Dias [Igreja Mórmon], mas também foi tratada por lesões menores após o ataque.

A família do Sr. Empey disse no Facebook que ele tinha sido tratado por queimaduras e submetido a cirurgia por causa dos ferimentos de estilhaços na perna.

"Os nossos corações estão a sofrer por todos aqueles que perderam a vida no ataque terrorista em Bruxelas", disse a família. "Gostaríamos todos de vos agradecer pelo vosso amor e orações".

Numa declaração em vídeo publicada on-line, Frederic J Babin, presidente da missão da igreja francesa de Paris, condenou os "trágicos acontecimentos" na Bélgica. "Quatro missionários ficaram feridos... estão a ficar bem, estão a ser tratados", disse ele. "Gostaríamos de agradecer a todos os que estiveram ao seu lado, ajudando-os a ficar melhor".


quarta-feira, maio 31, 2017

Numa audiência no senado americano, o vergonhoso testemunho de Aaron Mair, presidente da organização americana ambientalista Sierra Club, sobre o «Aquecimento Global Antropogénico»…

Numa vergonhosa audiência no senado norte-americano, Aaron Mair, o presidente do Sierra Club (a mais poderosa organização ambientalista americana e altamente subsidiada - com um orçamento anual na casa dos 100 milhões de dólares), replicou a todas as perguntas que lhe foram feitas papagueando por 17 vezes a mesma resposta:

Aaron Mair: "Eu subscrevo o consenso de 97% dos cientistas que concordam que existe um aquecimento global antropogénico [de origem humana]."


Algumas das questões que foram colocadas a Aaron Mair:

a) No seu testemunho escrito, o Sr. [Aaron Mair] afirmou que a ciência sobre as Mudanças Climáticas [o Aquecimento Global ser de origem humana] não ser objecto de discussão. Estou curioso para saber se no Sierra Club é prática frequente declarar que áreas da ciência não são objecto de discussão, de avaliação sobre aquilo que as provas e os dados mostram. Que a verdade sobre o assunto está decidida e encerrada.

b) O termo «PAUSA» não tem sido o que os alarmistas do aquecimento global antropogénico têm usado para explicar a Verdade Inconveniente de que os dados de satélite não demonstram nenhum aquecimento global nos últimos 18 anos? Porque os modelos dos computadores dizem que deveria haver um aquecimento dramático e, no entanto, os satélites que medem as temperaturas não mostram aquecimento nenhum?

c) As estatísticas que cita, nas quais 97% dos cientistas concordam em que existe um aquecimento global, são baseadas num estudo falsificado, e quando eu pergunto acerca da ciência e dos dados verdadeiros de satélite, e a sua resposta é: não prestem atenção aos vossos olhos mentirosos e aos números que os satélites mostram, em vez disso dêem atenção aos cientistas que estão a receber avultadas somas de dinheiro e que nos dizem para não debatermos o assunto?


Vídeo da audiência no Senado (9:47 minutos)


https://youtu.be/Sl9-tY1oZNw

segunda-feira, maio 29, 2017

Muitas dúvidas sobre o atentado de Manchester...

Uma testemunha, Jess Kelly, afirmou em directo na televisão que não houve nenhuma bomba em Manchester...

Jess Kelly: "Não havia dúvida nenhuma nas nossas cabeças de que não era uma bomba, portanto…"


(Vídeo 5:38 Min.)


https://youtu.be/pFg2UPxK1KI

quinta-feira, maio 25, 2017

Manchester - Atentados terroristas e exercícios antiterroristas... As semelhanças são tenebrosas...

Há praticamente um ano, a 10 de Maio de 2016, a polícia e os serviços secretos ingleses realizaram um exercício antiterrorista no Centro Comercial de Trafford em Manchester, não muito longe do Manchester Arena onde ocorreu o real atentado suicida da passada segunda-feira (22 de Maio de 2017).




Observe: Momento dramático em que o falso bombista suicida se fez explodir no exercício antiterrorista no Centro [Comercial] Trafford.

Voluntários no shopping gritaram e correram para se abrigarem durante o assustador exercício para ajudar a polícia a saber lidar com um ataque vida real.



Num dramático exercício de treino antiterrorismo um "bombista-suicida" detonou um dispositivo no Centro Trafford - matando e ferindo dezenas de "clientes".

Cerca de 800 voluntários ajudaram a fazer o ataque simulado tão real quanto possível para testar como os serviços de emergência reagiriam no caso de um ataque real.

O exercício começou à meia-noite na entrada da zona de restauração Oriente, quando um homem vestido de preto entrou e gritou para a multidão.

Momentos depois, uma explosão abalou a zona de restauração e os voluntários - usando protectores de ouvidos e óculos de segurança - caíram no chão.

Muitos mascararam-se para parecer como se tivessem lesões horríveis e outros gritaram como se estivessem com dores.

O fumo encheu a entrada para da zona de restauração e alguns dos voluntários fugiram dos restaurantes, como se estivessem a tentar fugir para um lugar seguro.



O M.E.N. [Manchester Evening News] foi uma das poucas organizações mediáticas a quem foi permitido estar no Centro Trafford para observar a operação de contra-terrorismo, apelidado de Exercício Winchester Accord.

Ouviu-se o som de tiros disparados da zona de restauração, enquanto os voluntários gritavam por ajuda.

Observe: Polícia armada responde ao "ataque"


Momentos depois um pistoleiro mascarado apareceu junto dos degraus da entrada do Oriente, disparando uma série de tiros.

Anteriormente, os voluntários tinham tido um briefing de segurança e foram tranquilizados de que não seriam usadas balas reais.

Depois de observar o "ataque" inicial, os meios de comunicação foram convidados a sair para testemunhar a chegada, cerca de cinco minutos depois, da polícia armada.






Dois polícias armados – trazendo o que pareciam ser espingardas - moveram-se cautelosamente para a entrada, com as armas apontando para a frente.

Um deles cobria o outro enquanto os dois entravam na zona de restauração, ignorando os "feridos" ao passar por eles.

Foi nessa altura que os meios de comunicação foram convidados a sair embora o exercício do Trafford Center ainda fosse continuar até às 6:00 horas.

O centro comercial estará aberto como de costume na terça-feira, embora o exercício antiterrorista vá continuar despercebido em locais não divulgados até à quarta-feira, quando terminará em Merseyside.

O teste, planeado há cinco meses, é o mais recente de uma série que ocorreu em todo o país tendo em conta as hipóteses de um verdadeiro ataque terrorista ser considerado "provável".





A Polícia da grande Manchester, a Unidade de Contra-Terrorismo do Noroeste e o Serviço de Ambulâncias do Noroeste estavam a ser testados como parte do exercício, sem que ninguém dissesse exactamente como o "ataque" se desenrolaria.

O Manchester Evening News soube que as SAS [forças especiais das forças armadas do Reino Unido] também estiveram envolvidas na operação.

Os moradores que viviam nas proximidades tinham sido avisados de que podiam ouvir explosões ruidosas e ver equipas de emergência a participar no teste.

Após os ataques mortais em Paris e Bruxelas, a ameaça terrorista continua "grave" de acordo com o MI5 [serviço britânico de informações de segurança interna e contra-espionagem].





Contudo, a polícia de combate ao terrorismo diz que não existe uma ameaça específica contra o Trafford Center, que este foi escolhido porque ali o exercício podia ter lugar longe do público e àquela hora da noite.

Operações semelhantes ocorreram em todo o país, incluindo uma envolvendo 1.000 polícias em Londres no ano passado.

Nenhum dos serviços de emergência que participam no exercício nem os voluntários foram informados de detalhes precisos do cenário que se desenrolará, embora saibam que envolverá algum tipo de ataque terrorista.


domingo, maio 21, 2017

Nobel de Economia Paul Krugman: "O capital está a concentrar-se em cada vez menos pessoas, dando aos mais ricos um poder cada vez maior sobre os políticos, os governos e a sociedade."

Entrevista com o economista norte-americano Paul Krugman, vencedor do Nobel de Economia de 2008, onde este fala do livro «O capital no século XXI» de Thomas Piketty:

O capital está a concentrar-se em cada vez menos pessoas, dando aos mais ricos um poder cada vez maior sobre os políticos, os governos e a sociedade.

Este capitalismo tem consequências potencialmente terríveis para a democracia, porque o nível de desigualdade nos Estados Unidos é provavelmente maior do que em qualquer outra sociedade, em qualquer altura do passado, em qualquer lugar do mundo…

Durante três décadas, entre 1977 e 2007, 60% do rendimento nacional dos EUA foi para 1% dos americanos mais ricos. A América está a tornar-se numa oligarquia.

A riqueza está tão concentrada que um grande segmento da sociedade não tem virtualmente consciência da sua existência.

O tamanho absoluto dessas grandes fortunas está tão longe da nossa experiência normal que se torna invisível. Nunca vamos conhecer essas pessoas. Nunca vamos ter nenhuma percepção daquilo que elas controlam e a maior parte das pessoas não têm ideia nenhuma sobre a distância que as separa desses grandes poderes.




https://youtu.be/QzQYA9Qjsi0

segunda-feira, maio 15, 2017

O atentado terrorista de 22 de julho de 2011 na Noruega, levado a cabo por Anders Breivik, foi tirado a papel químico de um exercício antiterrorista que a polícia norueguesa tinha realizado minutos antes…



À esquerda, os edifícios governamentais em Oslo afectados pela explosão do carro-bomba que matou 8 pessoas. Ao centro, o terrorista norueguês Anders Behring Breivik que perpetrou sozinho os dois atentados. À direita, a ilha de Utøya, onde Breivik matou a tiro 69 jovens.


A Versão Oficial do Atentado Terrorista

Os atentados de 22 de julho de 2011 na Noruega consistiram numa explosão na zona de edifícios governamentais da capital, Oslo, e num tiroteio ocorrido duas horas depois na ilha de Utøya (no lago Tyrifjorden, Buskerud). Os atentados, perpetrados por um activista de extrema-direita e fundamentalista cristão, o cidadão norueguês Anders Behring Breivik, resultaram na morte de 77 pessoas (69 jovens integrantes do partido trabalhista na ilha de em Utøya e 8 pessoas em Oslo).

Às 15h20m, houve uma grande explosão em Oslo junto dos prédios onde se situa o gabinete do primeiro-ministro da Noruega Jens Stoltenberg, danificando vários edifícios e provocando oito mortos e numerosos feridos. Na zona fica também a sede do Ministério do Petróleo e Energia, que foi o edifício mais danificado.

Segundo os meios de comunicação locais, o edifício do governo atingido ficou praticamente destruído e a zona "assemelhava-se a uma zona de guerra" pelos danos causados. De acordo com as declarações da polícia, o atentado foi perpetrado mediante um carro-bomba e pode ter consistido numa ou mais explosões [???] que atingiram os edifícios, deixando o edifício do gabinete do primeiro-ministro em chamas e os seus dezassete pisos com graves danos. Para uma melhor acção das equipas de emergência, a polícia vedou o acesso à área e evacuou a totalidade do resto dos edifícios governamentais.

Duas horas depois das explosões em Oslo, por volta das 17:20, na ilha de Utøya, ao norte da capital, o mesmo Anders Behring Breivik abriu fogo contra os participantes de um acampamento de jovens («universidade de verão»), organizado pela juventude do Arbeiderpartiet (Partido Trabalhista Norueguês). Entre 400 e 600 pessoas participavam do evento e 69 foram mortas neste atentado. O atirador, vestido com um uniforme de polícia, justificou a sua entrada no campo como uma «verificação de rotina após o atentado em Oslo» e começou a disparar contra os jovens. Estava prevista uma visita do primeiro-ministro Jens Stoltenberg ao acampamento.



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Mas o jornal Aftenpost reportou uma coincidência espantosa:

(Wikipedia) - O jornal Aftenpost é o jornal de maior circulação na Noruega. Está sediado em Oslo. Tem cerca de 1,2 milhões de leitores. O jornal possui uma edição online. Eis o que reportou o jornal Aftenpost na tarde dos atentados:


Exercício antiterrorista na ilha de Utøya
cenário de 22 de Julho [dia do atentado]


Pouco horas antes de Anders Behring Breivik ter feito explodir um carro-bomba em Oslo que matou oito pessoas, e ter-se depois dirigido à ilha de Utøya onde matou a tiro 69 jovens, a brigada de reacção rápida da polícia tinha concluído um exercício antiterrorista onde treinara uma situação praticamente idêntica à que aconteceu no verdadeiro atentado terrorista:


Desembarque de tropas da brigada de reacção rápida da polícia na ilha de Utøya. Pouco antes, esta brigada tinha realizado um exercício antiterrorista que simulava uma situação praticamente idêntica à que aconteceu no atentado terrorista real.

Apenas algumas horas antes de Anders Behring Breivik ter começado a disparar sobre os jovens em Utøya, a brigada de reacção rápida da polícia tinha concluído um exercício onde praticara uma situação quase idêntica à que aconteceu no verdadeiro atentado terrorista.

Nos quatro dias anteriores, e também na própria sexta-feira em que que o ataque terrorista foi realizado, a brigada de reacção rápida da polícia treinou a resposta a um acto terrorista que era praticamente igual à situação que, horas mais tarde, os 22 policias da brigada encontraram em Utøya.

O Aftenposten recebeu a confirmação de fontes oficiais da chefia da polícia de Oslo de que o exercício antiterrorista tinha terminado às 15 horas daquela mesma sexta-feira.

Todos os polícias da brigada de reacção rápida que actuaram nos edifícios governamentais após a explosão do carro-bomba e que, mais tarde, desembarcaram na ilha de Utøya e prenderam Anders Behring Breivik, tinham participado num exercício muito semelhante nesse mesmo dia.

Portanto, a polícia terminou o exercício imediatamente antes do atentado terrorista.

Massacre

Contudo, a polícia não tinha treinado um cenário com tantas vítimas como as que se encontravam em Utøya.

A equipa de polícias da brigada de reacção rápida está continuamente a treinar. A cada trimestre treina diferentes tipos de cenários.

Estes são cenários diferentes em que a polícia da brigada de reacção rápida antevê que possam vir a surgir problemas. Podem haver acções em ambientes fechados, em cidades ou noutros ambientes.

Segundo a polícia, este era um cenário [a hipótese de uma explosão junto aos edifícios governamentais em Oslo e um tiroteio indiscriminado na ilha de Utøya] que exercitaram várias vezes por ano e que tinham treinado em anos anteriores, especialmente depois de certos acontecimentos noutros países.

26 minutos


26 minutos após a conclusão do treino da polícia da brigada de reacção rápida, o carro bomba explodiu no bairro do governo [em Oslo]. A polícia da brigada de reacção rápida estava de prontidão.

Às 17h30, o pessoal do Distrito da Polícia de Oslo recebeu uma mensagem sobre o tiroteio em Utøya. Perceberam que se tratava de uma situação muito séria e correram para os carros que tinham no Bairro do Governo e para os carros que existiam na esquadra de Grønland, em Oslo.

No caminho para Utøya, entraram em contacto com o distrito da polícia de Buskerud Norte, mas às 18.02, seis minutos antes de chegarem, os dois corpos policiais concordaram encontrar-se em Storøya.

Havia sete pessoas da polícia da brigada de reacção rápida e três oficiais do distrito de polícia de Buskerud Norte num barco de borracha de 4,9 metros de comprimento. O barco ficou tão carregado que começou a meter água. Nessa altura, a polícia recebeu assistência de um barco civil e dirigiu-se para a ilha de Utøya.



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segunda-feira, maio 08, 2017

A razão pela qual os juros dos empréstimos bancários não devem ser pagos!

Como dizia o Prémio Nobel da Economia Maurice Allais - "o dinheiro que [os bancos] emprestam não existe previamente e, na verdade, é criado ex nihilo, ou seja, do nada."



Os Senhores do Mundo


I Parte


Por Juan Torres López [Professor catedrático do Departamento de Teoria Económica na Universidade de Sevilha.]


Qualquer pessoa que tenha precisado de devolver um empréstimo sabe o que significam os juros na hora de pagá-lo. Um empréstimo recebido, por exemplo, a 7% ao ano implica ter de devolver quase o dobro do capital recebido ao fim de dez anos.

Tanto é o peso dos juros acarretados pelos empréstimos que durante muito tempo considerou-se que cobrá-los acima de determinados níveis mais ou menos razoáveis era considerado não só um delito de usura como também uma acção imoral, ou inclusive um pecado grave que condenaria para sempre quem o cometesse.

Hoje em dia, contudo, quase todos os governos eliminaram essa figura criminosa e parece a toda gente natural que se cobrem juros legais de até 30% (isto é o que cobram neste momento os bancos espanhóis aos clientes que ultrapassam a sua linha de crédito) ou que haja países afundados na miséria não exactamente pelo que devem e sim pelo montante dos juros que hão de pagar.

Os países da União Europeia renunciaram a ter um banco central que os financiasse quando precisassem de dinheiro e portanto têm que recorrer à banca privada. Em consequência, ao invés de se financiarem a 0%, ou a um juro mínimo que simplesmente cobrisse os gastos da administração da política monetária, têm de fazê-lo e 4%, 5%, 6% ou inclusive a 15% em certas ocasiões. E isso faz com todos os anos os bancos privados recebam entre 300 mil milhões e 400 mil milhões de euros em forma de juros (será, ainda, preciso explicar quem esteve e porque por trás da decisão de que o Banco Central Europeu (BES) não financiasse os governos?).

Os economistas franceses Jacques Holbecq e Philippe Derudder demonstraram que a França teve de pagar 1,1 mil milhões de euros em juros desde 1980 (quando o banco central deixou de financiar o governo) até 2006 para fazer frente à dívida de 229 mil milhões existente nesse primeiro ano (Jacques Holbecq e Philippe Derudder, La dette publique, une affaire rentable: A qui profite le système?, Ed. Yves Michel, París, 2009). Ou seja, se a França tivesse sido financiada por um banco central sem pagar juros teria poupado 914 mil milhões de euros e a sua dívida pública seria hoje insignificante.


Em Espanha verificou-se uma coisa semelhante. Nós já pagámos, por conta dos juros (227 mil milhões no total desde então), três vezes a dívida que tínhamos em 2000 e apesar disso ainda continuamos a dever o dobro do que devíamos nesses anos (Yves Julien e Jérôme Duval, España: Quantas vezes teremos de pagar uma dívida que não é nossa? ). Eduardo Garzón calculou que se um banco central tivesse os défices da Espanha desde 1989 até 2011 a 1%, a dívida agora seria também insignificante, de 14% do PIB e não de quase 90% (Situação do cofres públicos se o estado espanhol não pagasse juros de dívida pública).

E o curioso é que estes juros que os bancos cobram às pessoas, às empresas ou aos governos e que travam continuamente a sua capacidade de criar riqueza não têm justificação nenhuma.

Poder-se-ia entender que alguém cobrasse um determinado juro quando concedesse um empréstimo a outro sujeito se, ao fazê-lo, renunciasse a algo. Se eu empresto a Pepe 300 euros e isso me impede, por exemplo, de passar um fim-de-semana de férias com a minha família poderia talvez justificar-se que eu lhe cobrasse um juro pela renúncia que faço das minhas férias. Mas não é isso o que acontece quando um banco empresta dinheiro.

O que a maioria das pessoas não sabe, porque os banqueiros encarregam-se de dissimular e de que não se fale disso, é que quando os bancos emprestam não estão a renunciar a nada porque, como dizia o Prémio Nobel da Economia Maurice Allais, o dinheiro que emprestam não existe previamente e, na verdade, é criado ex nihilo, ou seja, do nada.

O procedimento é muito simples e é explicado, por mim e Vicenç Navarro, no nosso livro «Los amos del mundo. Las armas del terrorismo financiero» (p. 57 e seguintes).

quinta-feira, maio 04, 2017

André Rogerie - o estonteante corrupio de um prisioneiro entre os diversos blocos hospitalares de Auschwitz


André Rogerie tinha 21 anos quando foi preso pela Gestapo, a 3 de Julho de 1943, quando tentava juntar-se às tropas francesas no Norte de África. André Rogerie esteve sucessivamente prisioneiro nos campos de concentração nazis de Buchenwald, Dora, Maidanek, Auschwitz, Gross-Rosen, Nordhausen e Harzungen.

Em 1945, escreveu uma obra intitulada "Vivre c’est Vaincre" [Viver é Vencer]. André Rogerie escreveu este livro porque, já desde 1943, estava convicto de que era necessário fazer saber ao mundo o que ele passou e viu nos campos de concentração.

No prefácio da reedição do seu livro, em 1988, escreveu: "Tendo assistido pessoalmente ao que se chama hoje «Holocausto», creio ser o meu dever, como testemunha ocular, imprimir novamente este documento histórico para que aqueles que procuram a verdade sobre este período encontrem um testemunho autêntico". Contra os negacionistas (os que negam o Holocausto Judeu), André Rogerie traz-nos o testemunho de um deportado que observou o genocídio dos Judeus.



Tendo subido ao posto de General, André Rogerie recebeu em 1994 o prémio "Mémoire de la Shoah [Memória do Holocausto Judeu] da Fundação Bushmann. A 16 de Janeiro de 2005, no Hôtel de Ville em Paris, por ocasião da comemoração da libertação do campo de extermínio de Auschwitz, André Rogerie foi, a par com Simone Veil (a primeira mulher a presidir ao Parlamento Europeu [1979-1982]), um de dois sobreviventes dos campos a testemunhar.

André Rogerie foi deportado para Dora, adoeceu, foi considerado inapto para o trabalho e, depois de algumas peripécias, chega a Auschwitz-Birkenau em Abril de 1944, nessa altura ele não pesa mais de quarenta quilos.

«Os prisioneiros com fatos às riscas estão lá para nos receber. É um comando especial. Em geral são muito simpáticos, ajudam-nos a descer e depois a subir para os camiões. Estamos muito cansados, chegámos extenuados e a ajuda que nos deram não foi inútil» (pág. 63).

André Rogerie, depois de passar pela desinfecção vai para um bloco de quarentena. Ao fim de cinco semanas, pesa 43 kg. Ao ver o seu estado de magreza, o médico envia-o para o campo-hospital (pág. 69): «fomos colocados num bloco muito simpático. O chão está coberto com um pavimento, há janelas, as camas estão espaçadas umas das outras, os cobertores são bons. A sopa é abundante e, pela primeira vez desde há uns tempos, eu comia o suficiente» (pág. 69).


André Rogerie


Ao verificar-se que tinha sarna, foi enviado para o bloco 15, «reservado às doenças de pele» (pág. 70). «Todos os dias, o suplemento de sopa é distribuído àqueles que estão mais magros […] vou portanto para a fila (sempre em camisa) para o meu suplemento». «Em poucos dias, voltei a ter cinquenta quilos. Graças às pomadas do doutor Landemann, a minha pele está completamente sarada» (pág. 71).




No dia em que devia finalmente sair do hospital para trabalhar, André Rogerie ficou com febre: «Os médicos auscultaram-me um após outro e desconfiaram que eu tinha malária. O doutor Herz recolheu uma amostra do meu sangue para que fosse estudada ao microscópio […] o laboratório respondeu na manhã seguinte a dizer que a malária não foi detectada. Eu tenho o sangue muito puro […]. Continuo portanto a viver no bloco 15 com a minha pequena febre semanal […]. Pouco a pouco, graças aos bons cuidados de Piccos (um enfermeiro), a agulha da balança sobe e em Julho eu já peso 56 quilos» (pág. 72).

«Eis que, ainda por cima, eu contraio uma doença do couro cabeludo que é tratada por depilação. É necessário rapar todo o cabelo, pêlo a pêlo. Para isso, sou levado para o campo das mulheres para ir ao aparelho de raios X, porque não falta nada em Birkenau».

Pouco depois, André Rogerie seria inscrito num comando de trabalho de Auschwitz.



Comentário

Poucos deportados terão tido tanta sorte como o prisioneiro André Rogerie. Não só passou incólume por sete campos de extermínio - Buchenwald, Dora, Maïdanek, Auschwitz, Gross-Rosen, Nordhausen e Harzungen, como, dentro do campo de extermínio de Auschwitz, correu quase todos os blocos hospitalares do campo.

André Rogerie, depois de passar pela desinfecção, foi para um bloco de quarentena. Cinco semanas depois, o médico envia-o para o campo-hospital. Ao verificar-se que tinha sarna, foi enviado para o bloco 15, reservado às doenças de pele. Ao contrair uma doença no couro cabeludo, tem de ir ao aparelho de raios X que fica situado no campo das mulheres.

Esta roda-viva pelos diversos blocos hospitalares de Auschwitz não é alheia à recuperação física de André Rogerie. Chegado a Auschwitz, em Abril de 1944, não pesando mais do que 40 kg, ao fim de cinco semanas já pesa 43 kg, atingindo pouco depois os 50 kg, e em Julho do mesmo ano os 56 kg. Pouco tempo depois, André Rogerie já estava suficientemente robusto para ser integrado num comando de trabalho.

Em face da existência de tantos blocos hospitalares no campo de extermínio de Auschwitz, é difícil discordar de André Rogerie: «não falta nada em Auschwitz-Birkenau».