segunda-feira, setembro 18, 2017

Exemplos da caligrafia de Anne Frank escritos com poucos meses de intervalo. É possível acreditar que estes dois textos tenham sido escritos pela mesma pessoa?

Anne Frank


The New York Times – 8 de Junho de 1989: "[Em resposta aos detractores que afirmavam que Anne Frank não tinha escrito o Diário], o Governo holandês, após de anos de investigação, provou pela primeira vez a autenticidade do diário de Anne Frank até ao último detalhe."

"A escrita de Miss Frank [Anne Frank] foi analisada minuciosamente por especialistas, assim como amostras de sua escrita e de 78 das suas colegas de turma. Os especialistas levaram em conta que, por vezes, Miss Frank usava uma caligrafia cursiva normal [palavras com as letras ligadas - cursive lettering] e, às vezes, um estilo de caligrafia desconectado [letras separadas - disconnected printing style]".

"Usar umas vezes uma caligrafia cursiva e outras vezes uma caligrafia desconectada é uma característica comum "aplicável à escrita dos jovens", disseram os especialistas. As amostras de sua escrita estão incluídas no livro para sustentar a conclusão de que o diário foi realmente escrito apenas por Anne Frank."



A seguir, dois exemplos de caligrafia atribuídos a Anne Frank. A acreditar nas datas, estes dois textos foram escritos com quatro meses de intervalo. Podem-se comparar separadamente os próprios textos e as assinaturas de Anne:

O primeiro texto, escrito quatro meses antes do segundo, é um fac-símile [cópia exacta] da epígrafe do Diário (Jornal de Anne Frank). Mostra uma caligrafia adulta e cursiva - palavras com as letras ligadas [cursive lettering]:




O segundo texto é um fac-símile de um texto escrito quatro meses depois por Anne Frank na parte de trás de uma de suas fotografias (Journal de Anne Frank). Revela uma caligrafia mais infantil e desconectada [letras separadas - disconnected printing style]:




O Diário de Anne Frank (clicar para aumentar)




quinta-feira, setembro 14, 2017

Um dia (em 1869), os judeus Marcus Goldman e Samuel Sachs decidiram criar um banco...

À esquerda, Marcus Goldman (1821 – 1904), nasceu em Trappstadt, Baviera, Alemanha, e imigrou para os Estados Unidos em 1848. Era de uma família de Judeus Ashkenazi.

À direita, Samuel Sachs (1851 – 1935), nasceu no estado de Maryland nos Estados Unidos e era filho de imigrantes judeus da Baviera, Alemanha.


Sede do banco Goldman Sachs em Manhattan



Afinal, o Goldman Sachs manda no mundo?

"Sou um banqueiro a fazer o trabalho de Deus". É a forma como o presidente do maior banco de investimento do mundo vê a sua missão no comando do Goldman Sachs. Mas na opinião de um número cada vez maior de pessoas, o "trabalho de Deus" do Goldman Sachs é a encarnação do lado negro da força em Wall Street. E há até quem defenda que é este banco que manda no mundo e não os governos.

"Eu concordo com a tese de que os bancos, e especialmente o Goldman Sachs, se tornaram demasiado poderosos na medida em que influenciam a nossa política, a nossa economia e a nossa cultura", referiu o autor de "Money & Power: How Goldman Sachs Came to Rule the World", William D. Cohan, ao Outlook. E o poder do Goldman Sachs nos centros de decisão política até lhe valeu a alcunha, dada por banqueiros concorrentes, de Government Sachs. O banco liderado por Lloyd Blankfein conta com um exército de antigos funcionários em alguns dos cargos políticos e económicos mais sensíveis no mundo. E o inverso também acontece, o recrutamento de colaboradores que já desempenharam cargos de decisão.

Alessio Rastani transformou-se num fenómeno. O 'trader' em 'part-time' surpreendeu tudo e todos numa entrevista à BBC. Além de vários cenários catastrofistas sobre a crise, Rastani defendeu que "este não é o momento para pensar que os governos irão resolver as coisas. Os governos não mandam no mundo, o Goldman Sachs manda no mundo". Bastaram pouco mais de três minutos para tornar Rastani num fenómeno na Internet. O vídeo tornou-se viral e levantou a controvérsia sobre o poder que o banco liderado por Lloyd Blankfein tem na economia e na política.

Esta semana, numa entrevista ao "Huffington Post", Rastani teceu uma série de ideias sobre o papel do Goldman no mundo. E diz que as teorias da conspiração que aparecem sobre o banco não são uma coincidência: "Os governos dependem dos bancos, os bancos dependem dos governos. A relação é tão cinzenta e quem controla quem? Quem é o marionetista e quem é a marioneta? As pessoas podem ter as suas ideias sobre isto. Eu apenas expressei a minha perspectiva", disse.

Rastani não é o primeiro a atacar o papel do Goldman no mundo. Em Abril de 2010, um jornalista da "Rolling Stone" escreveu um artigo que se tornou famoso, tanto para os contestatários ao banco como para os que defendem o Goldman e utilizam a caracterização feita pelo repórter para ironizar com os detractores do banco. Matt Taibbi descreveu o Goldman como um "grande vampiro" que se alimenta da humanidade, com um apetite sanguinário implacável por tudo o que envolva dinheiro.


Daniel Oliveira - Expresso

- Resumindo: em todos os momentos fundamentais da desregulação económica e financeira do mundo e da Europa e da transformação do projeto europeu no monstro que hoje conhecemos encontramos gente da Golman Sachs… Porque um dos ramos fundamentais da atividade deste colosso é a compra da democracia, pondo os Estados a decidir contra os seus próprios interesses, roubando o sentido do nosso voto e entregando o poder que deveria ser do povo a quem tem dinheiro para o pagar. São um verdadeiro partido invisível, um poder acima das nações que regula as nossas vidas independentemente das nossas vontades. Privatiza o que é nosso, vende lixo aos Estados, armadilha leis, governa em favor de poucos e premeia quem lhe preste vassalagem.

quinta-feira, setembro 07, 2017

Na Segunda Guerra Mundial, quem bombardeou primeiro o outro? A Alemanha ou a Inglaterra?


F.J.P. Veale, autor e jurista britânico, escreveu no seu livro «Advance to Barbarism»: "Os Comandantes Aéreos Britânicos ... argumentaram que o resultado desejado de reduzir a produção industrial alemã seria mais facilmente alcançado se as casas dos trabalhadores das fábricas fossem destruídas. Se os trabalhadores alemães se mantiverem ocupados a tratar do enterro das mulheres e dos filhos, a produção irá provavelmente cair."

Antes da Segunda Guerra Mundial, havia um acordo global de que não seriam realizados bombardeamentos terroristas (de civis). No entanto, entre 1940 e 1945, sessenta e uma cidades alemãs com uma população total de 25 milhões de pessoas foram destruídas ou devastadas provocando cerca de 3 milhões de mortos, entre as quais 500 mil crianças, numa campanha de bombardeamentos que foi inquestionavelmente iniciada pelo governo britânico:

James M. Spaight (1877-1968), CBE [Commander of the Most Excellent Order of the British Empire], Secretário Principal do Ministério da Aviação Britânico no seu livro «Bombing Vindicated» - «Bombardeamento [da Inglaterra] Justificado»:



"Hitler apenas empreendeu relutantemente o bombardeamento de alvos civis britânicos três meses depois de a RAF [Royal Air Force] ter começado a bombardear alvos civis alemães. Hitler estava disposto, a qualquer momento, a parar o morticínio. Hitler estava genuinamente ansioso para chegar a um acordo com a Grã-Bretanha que limitasse a acção dos aviões às zonas de combate... "

"… A retaliação era certa se levássemos a guerra para a Alemanha ... havia uma possibilidade razoável de que a nossa capital [Londres] e os nossos centros industriais não seriam bombardeados se nos abstivéssemos de atacar os da Alemanha ... Começámos a bombardear objectivos no território alemão antes dos alemães começarem a bombardear objectivos no território britânico ... "

"… Porque tivemos dúvidas sobre o efeito psicológico da distorção propagandista da verdade - de que fomos nós quem iniciou a ofensiva do bombardeamento estratégico, escolhemos não dar à nossa óptima decisão de 11 de maio de 1940 [de bombardear a Alemanha], a publicidade que ela merecia."



Estava-se no fim da Guerra. A cidade de Dresden tinha 750.000 habitantes mais um sem-número de refugiados. Três dias de bombardeamentos consecutivos, de noite e de dia, devastaram uma área de 34 km quadrados. O cálculo do total de mortos variou entre os 35.000 e os 500.000. Em 2008, mais de 60 anos depois, uma comissão de historiadores vem dizer que só morreram entre 18.000 e 25.000 pessoas neste bombardeamento (para não fazer sombra ao "holocausto judeu").

A 27 de Julho de 1943, Hamburgo foi destruída e morreram entre 45.000 e 55.000 civis, 30.000 deles eram mulheres e crianças.

segunda-feira, setembro 04, 2017

A incongruente política de extermínio levada a cabo pelos nazis


É alegado que Anne Frank morreu no campo de concentração de Bergen-Belsen devido ao tifo em março de 1945. Se o propósito dos nazis fosse exterminar todos os judeus, é muito estranho que Anne e a sua irmã Margot tivessem sido enviadas primeiro para o Campo de Extermínio de Auschwitz-Birkenau em setembro de 1944, e que, em dezembro de 1944, tenham sido transferidas para Bergen-Belsen, um Campo de Convalescença para onde eram trazidos prisioneiros de outros campos de concentração, demasiado doentes para trabalhar. [Jewish Virtual Library]

Todas estas transferências das duas irmãs - do Campo de Westerbork na Holanda, para o Campo de Auschwitz-Birkenau na Polónia, e depois para o Campo de Bergen-Belsen na Alemanha, parecem demasiado incongruentes com a política de extermínio nazi. Como é que em tempo de guerra total, quando a Alemanha estava a ser bombardeada noite e dia, quando os transportes e o abastecimento de alimentos e outros bens estavam a ser tão severamente dificultados dentro da Alemanha, se procedia a esta política de movimentação contínua de prisioneiros judeus, de um lado para o outro, para os exterminar?

Bombardeamento da Alemanha pelos Aliados

domingo, agosto 20, 2017

Estará António Costa conluiado com uma máfia terrorista luso-espanhola ligada à Indústria dos Fogos?


O Primeiro-Ministro de Portugal, António Costa, ao fugir às questões sobre os sofisticados meios de ignição de incêndios em Portugal, parece conluiado com uma máfia terrorista luso-espanhola ligada à Indústria dos Fogos, e que é responsável pela morte de, pelo menos, 64 pessoas no incêndio de Pedrógão Grande.

SIC Notícias - Negócios da Semana: Porque razão arde Portugal? - 17.08.2017

José Gomes Ferreira: "questionado sobre a origem dos fogos, António Costa admitiu que pode ter havido mão criminosa e a prova disso é que a polícia judiciária, tem prendido mais incendiários do que no ano passado, mas na mesma resposta, poucos segundos depois, o Primeiro-Ministro português já voltava a remeter [a origem dos fogos] para a falta de limpeza das matas e ordenamento da floresta…".


http://sicnoticias.sapo.pt/programas/negociosdasemana/2017-08-17-Negocios-da-Semana-Porque-razao-arde-Portugal-

sábado, agosto 12, 2017

SIC Notícias - Maria José Morgado, Procuradora-geral Adjunta – choveram fundos europeus sobre Portugal e estes dinheiros foram apropriados individualmente [por políticos e outros] para enriquecimento individual. Não serviram para combater a miséria da população ou promover o desenvolvimento económico. E por causa de uma questão legislativa formal, pelo menos 90% desses processos [dos que enriqueceram com esses dinheiros] foram arquivados por prescrição.

A ética não existe. Isso é para os tribunais. É tudo uma questão de provas. Substituiu-se a ética pelas regras de produção de prova. Portanto, não se pode discutir a imoralidade de um político. Não se pode discutir a imoralidade de alguém que entrou na política com uma mão atrás e outra à frente, e passados dez anos tem um império em propriedades e em empresas sem se saber como, e ninguém pode discutir isso, e ninguém tem de prestar contas. E os dinheiros destes fundos europeus, é toda a população que os está a pagar.



https://youtu.be/dAxE9S6Nh2w

segunda-feira, julho 17, 2017

Estaline escondeu o facto de que Lenine era judeu

Jornal israelita «The Jerusalem Post»

JPOST.COM STAFF / 24 de Maio de 2011

As raízes judaicas de Lenine em exposição num museu russo

Exposição revela cartas escritas pela irmã de Lenine afirmando que que o seu avô materno era Judeu Ucraniano; Estaline disse à irmã de Lenine para não tornar as cartas públicas.

Estátua de Lenine, aliás, do judeu Vladimir Ilych Ulyanov


Documents apparently confirming rumors that Vladimir Lenin had Jewish ancestors can now be seen at Russia’s State History Museum, AP reported on Monday.

Among the newly released documents on display at the museum is a letter written by Lenin’s sister, Anna Ulyanova, claiming that their maternal grandfather was a Jew from the Ukraine who converted to Christianity to escape persecution in the Pale of Settlement and have access to higher education, the report said.

"He came from a poor Jewish family and was, according to his baptismal certificate, the son of Moses Blank, a native of [the western Ukrainian city of] Zhitomir," Ulyanova wrote in 1932 in a letter cited by AP.



Documentos aparentemente confirmando rumores de que Vladimir Lenine tinha antepassados judeus agora podem ser vistos no Museu de História do Estado da Rússia, informou a AP na segunda-feira.

Entre os documentos recém-divulgados em exibição no museu está uma carta escrita pela irmã de Lenine, Anna Ulyanova, afirmando que o seu avô materno era um judeu da Ucrânia que se converteu ao cristianismo para escapar à perseguição no Pale of Settlement (território russo onde os judeus viviam) e ter acesso ao ensino superior, disse o relatório.

"Ele [o avô materno] veio de uma família judaica pobre e foi, de acordo com seu certificado de baptismo, o filho de Moisés Blank, nativo da [cidade ucraniana ocidental] de Zhitomir", escreveu Ulyanova em 1932 numa carta citada pela AP [Associated Press].



In the letter written to Josef Stalin, who replaced Lenin after his death in 1924, Ulyanova wrote, “Vladimir Ilych had always thought of Jews highly. I am very sorry that the fact of our origin – which I had suspected before – was not known during his lifetime.”

Lenin, who was born Vladimir Ilych Ulyanov in 1870, identified himself only as Russian under the czarist rule in the country, during which anti-Semitism was rampant.

He adopted the name Lenin in 1901 while in exile in Siberia.

According to the AP report, Lenin oversaw a brief period of promotion of Jewish culture which ended in the early 1930s when Stalin encouraged anti-Semitic purges and created a plan to relocate all Soviet Jews.



Na carta escrita a José Estaline, que substituiu Lenine após sua morte em 1924, Ulyanova escreveu: "Vladimir Ilych [Lenine] sempre teve em grande consideração os judeus. Lamento muito que o facto da nossa origem [judaica] - que eu já suspeitava antes - não tivesse sido conhecida durante a sua vida".

Lenine, que nasceu com o nome Vladimir Ilych Ulyanov em 1870, identificou-se apenas como russo sob o regime czarista no país, durante o qual o antisemitismo estava em ascensão.

Ele adoptou o nome Lenine em 1901 enquanto estava no exílio na Sibéria.

De acordo com o relatório da AP, Lenine supervisionou um breve período de promoção da cultura judaica que terminou no início da década de 1930, quando Estaline encorajou purgas antisemitas e criou um plano para recolocar todos os judeus soviéticos.



Ulyanova requested that Stalin make Lenin’s Jewish background known to combat the rise of anti-Semitism, AP reported. She wrote in her letter, “I hear that in recent years anti-Semitism has been growing stronger again, even among Communists.

It would be wrong to hide the fact from the masses.”

Stalin ignored Ulyanova’s request and told her to “keep absolute silence” about the letter, according to the exhibition’s curator, Tatyana Koloskova.

The documents counter information presented in Lenin’s official biography, written by his niece Olga Ulyanova, in which she claims that his family had only Russia, German and Swedish roots.

Anna Ulyanova’s letter was discovered by Russian historians in the early 1990s, but its authenticity was questioned.



Ulyanova pediu a Estaline que tornasse conhecido o passado judaico de Lenine para combater a ascensão do antisemitismo, informou a AP. Ela escreveu na sua carta: "Ouvi dizer que, nos últimos anos, o antisemitismo tornou-se cada vez mais forte, mesmo entre os comunistas.

Seria errado ocultar o fato das massas".

Estaline ignorou o pedido de Ulyanova e disse-lhe para "manter silêncio absoluto" sobre a carta, de acordo com a curadora da exposição, Tatyana Koloskova.

Os documentos contêm informações apresentadas na biografia oficial de Lenine, escrita por sua sobrinha Olga Ulyanova, na qual ela afirma que sua família tinha apenas raízes Russas, Alemãs e Suecas.

A carta de Anna Ulyanova foi descoberta por historiadores russos no início dos anos 90, mas sua autenticidade foi questionada.


À esquerda: Josef Stalin, aliás, Iosif Vissarionovich Dzugashvili;
Ao centro: Vladimir Lenin, aliás, o judeu Vladimir Ilyich Ulyanov;
À direita: Leon Trotsky, aliás, o judeu Lev Davidovich Bronstein.


Emigrados russos na Alemanha, refugiados da Revolução Bolchevique de 1917, consideravam José Estaline judeu. O número desproporcional de judeus envolvidos no bolchevismo e no marxismo em geral era tão amplamente reconhecido nos círculos políticos, diplomáticos e de inteligência, que parecia uma estranha anomalia que um gentio [Estaline] tenha conseguido subir até ao topo do regime bolchevique e purgar a influência judaica. Por isso, Estaline tem sido considerado, especialmente entre aqueles críticos da influência judaica na política, economia e cultura, como um judeu secreto ou como um lacaio Gentio, para uma "troika judaica" continuar a governar secretamente a URSS após a expulsão de bolcheviques reconhecidamente judeus, como Trotski, Kamenev e Zinoviev.


À esquerda, Lev Borisovich Kamenev, aliás, o judeu Lev Borisovich Rosenfeld
À direita, Grigory Yevseevich Zinoviev, aliás, o judeu Hirsch Apfelbaum.

segunda-feira, julho 10, 2017

Mário Soares (27-03-2004): “será que os grandes responsáveis querem tomar conhecimento dos contactos que a Al-Qaeda parece ter com o mundo obscuro das finanças - dos «offshores» e dos «paraísos fiscais»?”

Excerto de um artigo de Mário Soares - Jornal Expresso 27-03-2004

Variações sobre o terrorismo

«É preciso conhecer melhor a Al-Qaeda para a combatermos com eficácia. Não às cegas. Há milhares de livros, publicados em todas as línguas, sobre o terrorismo global - que está intimamente relacionado com a «globalização depredadora» que temos e com a «economia de casino» que nos rege. Estudemo-los.»

«(...) Exploremos os contactos que a Al-Qaeda parece ter com o mundo obscuro das finanças - dos «offshores» e dos «paraísos fiscais» - com o «dinheiro sujo», com a criminalidade organizada, com o tráfico ilegal de armas, incluindo atómicas, com o mercado da droga. Há franjas desse submundo que, seguramente, serviços secretos, mesmo os minimamente secretos, mesmo os minimamente organizados, podem penetrar e conhecer. Já o devem ter feito. Mas será que os grandes responsáveis querem tomar conhecimento dessa negra realidade e das pistas que indica?»